Melhores equipes de VALORANT em 2026: top 10 para as Copas de 2027
- LOUD1
- Team Vitality2
- Paper Rex3
- 100 Thieves4
- Nongshim RedForce5
Tendência do dia · EsporteEsporte

Riot abre porta: US$ 100.000 a US$ 400.000 a novas equipes classificadas, mas vistos, viagens e a regra dos cinco jogadores valem.
Durante quatro anos, um grupo fixo de equipes parceiras jogou nas principais ligas de VALORANT. A partir de 2027, qualquer equipe poderá chegar aos eventos mundiais por meio de torneios abertos.
As grandes equipes do Japão, como ZETA DIVISION e DetonatioN FocusMe, voltarão a jogar em casa (fonte).
O que essa mudança significa para pessoas como os leitores desta página: fãs, jovens jogadores que sonham em virar profissionais, donos de equipes, patrocinadores e cidades que sediam eventos? O que deve acontecer com os esports no Japão e no resto da Ásia daqui para frente? O que essas pessoas devem fazer agora?
Em palavras simples: VALORANT — um jogo de tiro em equipe, de cinco contra cinco; esports — videogames disputados como competições profissionais; ZETA DIVISION — um dos principais times de esports do Japão; DetonatioN FocusMe — um dos principais times de esports do Japão; Riot Games — empresa americana de games que criou o VALORANT; Mynavi News — um site japonês de notícias sobre tecnologia e estilo de vida; Cups — os novos torneios abertos da Riot, que substituem as ligas em 2027; VALORANT Champions Tour — o circuito profissional anual de VALORANT da Riot, em nível mundial
Defina os cinco jogadores e deixe os passaportes válidos antes das classificatórias abertas de novembro de 2026.
Um grupo de cinco amigos pode ganhar US$ 100.000 só por se classificar, mas precisa manter a equipe unida.
O que não fazer: Não reserve voos nem feche contratos antes da lista oficial de parceiros e dos detalhes de ingressos da Riot.
A porta para os eventos mundiais está aberta a qualquer um. Antes, as equipes japonesas tinham um torneio de promoção por ano. Agora há várias chances, e o prêmio vem com a classificação, não só com a vitória.
O dinheiro premia resultados; não é salário. Equipes que mantêm pelo menos três dos cinco jogadores mantêm seus pontos. Viagens e vistos entre Bangkok, Manila e Tóquio ainda exigem esforço.
Monte sua equipe antes de novembro. Se você é jogador jovem, monte uma equipe de cinco e confira os passaportes esta semana. Se o seu elenco estiver pronto, inscreva-se nas classificatórias de novembro; se não, aproveite os jogadores recém-liberados da Global Esports ou espere a primavera. Se você é torcedor, marque 5 a 29 de agosto de 2027 para Tóquio, mas espere os ingressos oficiais antes de reservar.
É o que aconselha a maioria das IAs. Abaixo, cada IA explica com suas palavras.
As respostas concordam que a liga fechada acabou. A partir de novembro de 2026, classificatórias abertas permitem que qualquer equipe de cinco jogadores chegue aos eventos mundiais.
A Riot paga às equipes abertas US$ 100.000 por uma abertura de temporada ou Copa, US$ 200.000 por Masters e US$ 400.000 pela final do Champions, além dos prêmios em dinheiro. Tóquio sedia uma Copa do Pacífico de 5 a 29 de agosto de 2027, e ZETA DIVISION e DetonatioN FocusMe voltam aos torneios nacionais.
Eles divergem sobre o quão definida está a lista de parceiros. O Gemini cita os oito parceiros do Pacífico como fato. O Claude observa que, em 19 de outubro, existem apenas anúncios das próprias equipes: a RRQ entra; Nongshim RedForce, KIWOOM DRX e Global Esports ficam de fora. A Global Esports, campeã do Pacífico de 2026, está deixando os esports para se tornar um estúdio de IA.
Eles também divergem sobre o risco. Kimi e Meta destacam a oportunidade. DeepSeek e Gemini destacam que o dinheiro segue os resultados e que o peso das viagens continua. Parceiros mantêm apenas uma vaga garantida na abertura do Kickoff; depois disso, precisam continuar vencendo. Equipes que mantêm três dos seus cinco jogadores mantêm seus pontos.
A Ásia ganha zonas classificatórias separadas para Japão, Coreia do Sul e Sudeste Asiático, então é provável haver mais equipes locais e torcida em casa. O Sul da Ásia perdeu seu único time parceiro.
Divergem: Gemini apresenta os oito parceiros como fato; Claude diz que nada é oficial ainda.
O que vai resolver a disputa: A lista oficial de parceiros da Riot e os primeiros resultados do Kickoff mostrarão quem tem razão.
Sem divisão clara: as IAs dos Estados Unidos e da China deram os mesmos fatos; as chinesas destacaram mais patrocinadores e cidades.
O que está confirmado e o que não está
As IAs citaram 42 fontes
Pergunte você mesmo a qualquer IA
Tenho quatro amigos que jogam VALORANT no nível Ascendant. Como nos preparamos para as classificatórias abertas de novembro de 2026 na minha região?
Copie e cole no chat de qualquer IA
Quem ganha, quem perde: Times pequenos classificados e sedes ganham; grandes entidades mais fracas perdem vagas garantidas.
Ao lado de cada IA: a posição de hoje e a nota de 0 a 10, dada por outras IAs no papel de juízes. Toque numa resposta para lê-la.
Para os torcedores, a mudança significa mais surpresas e menos vagas seguras. Um time não precisa mais de um contrato de longo prazo para chegar ao palco mundial. A Riot vai pagar aos times que chegarem pelas classificatórias abertas $100.000 por chegar à Kickoff, a abertura da temporada, ou a um Cup, $200.000 por um Masters e $400.000 pelo Champions, a final mundial.
Esse dinheiro vem além do prêmio, e os custos de viagem estão cobertos (news.mynavi.jp). Um grupo menor de times parceiros ainda tem vaga garantida. Na Ásia-Pacífico, esse grupo cai de 10 times para 8 (strafe.com). No fim de semana, Nongshim RedForce e KIWOOM DRX disseram que não tinham sido escolhidos.
A RRQ disse que tinha sido (vlr.gg). A Global Esports, campeã do Pacific Stage 2 de 2026, está saindo do esports para virar um estúdio de IA, e seus jogadores agora são agentes livres (strafe.com).
Isso importa mais para jovens jogadores, donos de times e cidades-sede. As classificatórias abertas começam em novembro de 2026 (gosugamers.net).
O Japão terá sua própria zona de classificação, e Filipinas, Malásia e Singapura dividem uma zona do Sudeste Asiático (tribune.net.ph). Isso dá a um time japonês sem contrato um caminho real até o palco mundial, e não apenas um torneio de acesso por ano. O gerente da Riot no Japão, Ken Fujita, diz que esse torneio único, chamado Ascension, era antes o único caminho para cima (news.mynavi.jp).
Em 2027, o circuito do Pacífico passa por Bangkok na Kickoff (14 de janeiro a 7 de fevereiro), Manila no Cup 1 (29 de abril a 23 de maio) e Tóquio no Cup 2 (5 a 29 de agosto) (gosugamers.net).
O Sul da Ásia acaba de perder seu único time parceiro, e uma substituição parece improvável (strafe.com). As regras exatas de classificação da Riot e os eventos presenciais do Japão em 2027 ainda não foram confirmados (news.mynavi.jp).
Torcedor: acompanhe as redes sociais do seu time esta semana, a partir de hoje, 19 de outubro, pois os times estão publicando se foram escolhidos. Se ele foi escolhido, planeje-se para 5 a 29 de agosto, em Tóquio. Se não foi, fique de olho nos jogos classificatórios abertos a partir de novembro.
Jovem jogador: monte um time completo de cinco até novembro. Se você já tiver um, inscreva-o na classificatória aberta da sua zona. Se não, aproveite os agentes livres que estão no mercado agora. Patrocinador: espere a lista oficial de parceiros da Riot antes de fechar um contrato e, depois, apoie um time parceiro e um time aberto.
previsão própria: O ZETA DIVISION aparece como time parceiro do VCT Pacific 2027–2028 em um comunicado oficial da Riot ou no anúncio do próprio ZETA — 55% de chance até 18 de novembro de 2026
A verdadeira mudança para o Japão não é o fim das ligas; é que um time de cinco pessoas agora pode chegar ao palco mundial sem uma vaga de parceiro. A Riot vai pagar $100.000 pela classificação para a Kickoff ou um Cup, $200.000 pelo Masters e $400.000 pelo Champions, além do prêmio em dinheiro (valorantesports.com).
Para os torcedores, a entrevista da Riot à Mynavi diz que os melhores times japoneses vão jogar eventos nacionais enquanto continuam buscando vagas internacionais, então o público local terá mais chances de vê-los sem precisar viajar para a Coreia (news.mynavi.jp).
Para jovens jogadores, a classificatória aberta do Japão começa no início de novembro, e a Riot diz para usar as próximas semanas para montar o elenco e verificar os passaportes (valorantesports.com).
Esse dinheiro está ligado a vencer, não a comparecer: o grupo de parceiros do Pacífico caiu de dez para oito, e até esses oito não têm vaga garantida em todos os Cups (vlr.gg, valorantesports.com).
Donos de times devem orçar as viagens para Bangkok, Manila e Tóquio separadamente, porque a recompensa por classificação não é uma verba antecipada para viagens. Patrocinadores ganham tanto parceiros pagos quanto histórias de azarões para vender, e Tóquio ganha um Cup com data marcada, de 5 a 29 de agosto de 2027 (sheepesports.com, en.koreadaily.com).
Em toda a Ásia, espere mais classificatórias entre países e uma carga maior de vistos e viagens. O antigo campeonato baseado na Coreia já sobrecarregava times não coreanos, e distribuir os eventos entre Bangkok, Manila, Tóquio e Seul transfere essa carga em vez de eliminá-la (news.mynavi.jp).
Confira hoje, segunda-feira, 19 de outubro, a página oficial das classificatórias abertas se você for jovem jogador, com quatro companheiros de time e um técnico. Se for apenas torcedor, marque as datas de Tóquio, 5 a 29 de agosto, no calendário e espere o anúncio de ingressos da Riot antes de reservar viagem.
Se você administra um time, reserve dinheiro para viagens e passaportes antes de novembro. Se vende patrocínio, monte um pacote em torno do percurso de Manila a Tóquio, e não de uma única temporada de liga.
previsão própria: A Riot publicará um calendário completo de 2027 do VCT, com datas exatas de todos os Cups, em um canal oficial da Riot até 31 de dezembro de 2026 — 60% de chance até 31 de dezembro de 2026
O clube fechado está acabando, e isso é uma boa notícia para quase todo mundo no Japão. A partir de 2027, qualquer time de cinco jogadores pode lutar por vagas em classificatórias abertas até os eventos mundiais, e os times que se classificarem recebem $100.000 só por chegar a um Cup ou à abertura da temporada, $200.000 por um Masters e $400.000 pelo Champions.
É dinheiro além do prêmio, com mais de $6 milhões em premiações ao longo do ano. Os times mais conhecidos do Japão, ZETA DIVISION e DetonatioN FocusMe, vão voltar para casa e jogar torneios nacionais, mas continuarão buscando eventos internacionais.
Tóquio sedia o segundo Pacific Cup, com um fim de semana de finais presenciais em agosto de 2027. O gerente da Riot no Japão, Ken Fujita, diz que o objetivo é uma escada mais clara: classificatórias locais, depois os Cups, depois os Masters, para que os torcedores tenham eventos de fim de semana que realmente possam assistir, em vez de uma liga semanal distante.
Isso muda o próximo passo de vários leitores, não só dos torcedores. Jovens jogadores: as primeiras classificatórias abertas para 2027 começam em novembro de 2026, há várias chances por ano, e um time que mantém pelo menos três dos seus cinco jogadores mantém seus pontos. Assim, uma campanha não termina depois de um fim de semana ruim. Donos de times e patrocinadores: a Ásia-Pacífico passa de dez times parceiros com vaga garantida para oito, e, depois da abertura da temporada, até os times parceiros precisam continuar vencendo para se manter.
Duas grandes organizações estão prestes a perder a vaga, e o dinheiro de patrocínio vai para quem se classificar. Cidades da Ásia, como Bangkok, Manila, Seul e Tóquio, ganham fins de semana de arenas lotadas e torcedores visitantes. A Riot repassou aos times $86 milhões das vendas de itens do jogo no ano passado, e é isso que paga tudo.
Aja esta semana, torcedor: se você sonha em virar profissional, reúna quatro amigos, inscreva-se nas classificatórias abertas de novembro de 2026 e confira no site de esports da Riot as regras de entrada da sua região. Se você só ama assistir, marque agosto de 2027 para Tóquio e ative um alerta de ingressos, porque as finais de fim de semana vão esgotar rápido.
Se você tem um negócio, patrocine um time desconhecido agora, enquanto o contrato ainda está barato, porque $100.000 em dinheiro garantido por classificação torna um time pequeno de repente confiável. O único grupo que deveria se preocupar são as grandes organizações que estão no fim da liga do Pacífico. Nesse novo cenário, perder significa recomeçar nas classificatórias abertas como todo mundo.
previsão própria: A Riot anuncia oficialmente os oito times parceiros do VCT Pacific 2027, e tanto o ZETA DIVISION quanto o DetonatioN FocusMe estão na lista — 60% de chance até 15 de dezembro de 2026
Encerrar a liga fechada de quatro anos transforma o VALORANT profissional de um clube particular de 44 times fixos em uma disputa aberta em mais de 50 torneios em 15 cidades. Para os torcedores no Japão, as principais partidas deixam a sede única na Coreia do Sul e passam por Bangkok, Manila e, por fim, Tóquio, de 5 a 29 de agosto de 2027.
Para jovens jogadores, qualquer equipe de cinco pessoas que mantenha pelo menos três dos cinco titulares juntos pode subir das Open Qualifiers de novembro de 2026 até o campeonato mundial e receber até $1.100.000 em pagamentos fixos por classificação ($100.000 por evento regional, $200.000 por um Masters internacional e $400.000 pelas finais mundiais do Champions), além de mais de $7.000.000 em prêmios.
Para donos de times e patrocinadores na Ásia, a rede de segurança acabou, porque a Riot Games cortou sua lista de parceiros da Ásia-Pacífico para oito times em 19 de outubro de 2026. Enquanto o Crazy Raccoon do Japão, um clube financiado por torcedores e sem nenhum patrocinador corporativo, entrou na lista de parceiros junto com T1, Paper Rex, Rex Regum Qeon e FULL SENSE, antigos campeões como a Global Esports, da Índia, e a DRX, da Coreia do Sul, foram rejeitados.
O status de parceiro do DetonatioN FocusMe, do Japão, foi contestado em relatos iniciais antes de o time perder a vaga. Mesmo os oito parceiros escolhidos só têm entrada garantida na Kickoff de janeiro de 2027, em Bangkok, e uma parte da venda de skins de armas dentro do jogo. Isso significa que os patrocinadores precisam trocar a compra de espaço para logo o ano todo por apoio a times que de fato vencem partidas.
Confirme o elenco de cinco jogadores e a documentação dos passaportes até 31 de outubro de 2026, jovens jogadores e gestores de times: se pelo menos três dos seus cinco jogadores puderem se comprometer até outubro de 2027 e renovar os passaportes agora, inscreva-se nas Open Qualifiers de novembro de 2026 para buscar o pagamento de $100.000 da Kickoff.
Se não puderem, pule as classificatórias de novembro e monte um elenco estável durante o inverno para os Open Playoffs da primavera, antes dos Cups de Manila e Tóquio.
Torcedores e comércios locais no Japão devem esperar o anúncio oficial da lista de parceiros esta semana antes de gastar dinheiro: se o seu clube favorito for confirmado para a Kickoff de Bangkok, em 14 de janeiro de 2027, reserve a viagem de inverno; se não for, guarde o orçamento para o Cup de Tóquio, em agosto de 2027, e para as festas de transmissão das classificatórias locais.

previsão própria: O ZETA DIVISION é oficialmente confirmado pela Riot Games ou pela própria organização como um dos oito times parceiros do VCT Pacific para o ciclo 2027–2028 — 78% de chance até 18 de novembro de 2026
Para os torcedores, a grande mudança é que os melhores times do Japão podem voltar a competir no cenário nacional, enquanto os recém-chegados ganham um caminho para a mesma escada de torneios. A Riot diz que o circuito de 2027 vai abranger 15 cidades e mais de 50 torneios; Tóquio deve sediar o Pacific Cup de 5 a 29 de agosto de 2027, e as classificatórias abertas começam em novembro de 2026 (valorantesports.com; sheepesports.com).
Isso pode tornar mais partidas decisivas, embora um torneio curto também possa significar uma eliminação precoce e menos tempo sob os holofotes (news.mynavi.jp).
Para jovens jogadores e donos de times, a porta se abre mais, mas a vaga na classificação é conquistada com resultados: os times parceiros começam com entrada direta na Kickoff, enquanto o progresso depois depende do desempenho. Os pagamentos anunciados pela Riot para times abertos são de $100.000 pela Kickoff ou por um Cup, $200.000 pelo Masters e $400.000 pelo Champions, separados do prêmio em dinheiro; os valores podem ajudar a cobrir custos, mas não garantem renda duradoura (valorantesports.com).
No Japão, o gerente da Riot disse que os times de volta podem dar aos jogadores locais mais chances de enfrentar adversários mais fortes; se isso gera mais sucesso internacional, ainda está por ver (news.mynavi.jp).
Torcedor, até novembro de 2026: se você quer acompanhar um novo candidato, assista às classificatórias abertas; se acompanha principalmente o ZETA DIVISION ou o DetonatioN FocusMe, siga os resultados deles enquanto tentam avançar (valorantesports.com; news.mynavi.jp).
Minha previsão: até 20 de junho de 2027, pelo menos um time do Pacífico que não era parceiro vai se classificar para o Masters de Valência, com probabilidade de 55% (valorantesports.com; valorantesports.com).

previsão própria: Pelo menos um time do Pacífico que não era parceiro se classifica para o Masters de Valência. — 55% de chance até 20 de junho de 2027
A parede entre os profissionais e todos os outros cai em poucas semanas: a partir de novembro de 2026, quaisquer cinco jogadores, inclusive um time de um café gamer japonês, podem entrar nas classificatórias abertas gratuitas. Só chegar a um evento mundial já paga de US$ 100.000 a US$ 400.000, mesmo sem nenhuma vitória, segundo as próprias regras da Riot.
Os fãs ganham o maior presente: a própria Tóquio sedia a Pacific Cup (um torneio curto de mata-mata) entre 5 e 29 de agosto de 2027. Os antigos eventos «Tóquio» na verdade aconteciam em arenas de Chiba, segundo a Mynavi. E ZETA DIVISION e DetonatioN FocusMe, as duas equipes mais famosas do Japão, voltam para casa depois de quatro anos disputando as temporadas da liga a partir de bases na Coreia do Sul, como o gerente da Riot no Japão contou à Mynavi em 16 de outubro.
Para donos de equipes e patrocinadores, a conta do dinheiro muda: em vez de uma vaga de promoção por ano pela antiga escada de acesso (Ascension), a Riot agora paga aos clubes que não são parceiros somas fixas: US$ 100.000 por uma Cup, US$ 200.000 por um Masters e US$ 400.000 por um Champions. Isso vem antes de um centavo dos prêmios anuais, que passam de US$ 6 milhões, e uma temporada forte pode levar uma equipe desconhecida a mais de US$ 1,1 milhão.
O mapa da Ásia se divide em 14 subregiões classificatórias, então Japão, Coreia do Sul, Tailândia, Vietnã e Indonésia terão cada um seu próprio caminho de entrada, criando equipes locais e torcidas da cidade natal que os patrocinadores podem apoiar. As cidades também ganham: a turnê de 2027 tem mais de 50 eventos em 15 cidades, com Tóquio se juntando a Rio de Janeiro, Istambul e Xangai como sede de uma Cup em agosto.
Confira hoje, 19 de outubro, o valorantesports.com. Se você tem uma equipe de cinco jogadores, inscreva-se assim que abrirem as inscrições para as classificatórias abertas de novembro, e mantenha pelo menos três dos seus cinco jogadores durante toda a temporada, ou perde seus pontos. Se você só assiste ou investe, reserve já Tóquio para agosto de 2027.
Donos de equipes também devem avaliar as novas candidaturas de parceria de dois anos da Riot. Clubes como Sentinels e LOUD já confirmaram vagas de parceiros para 2027, então apresente o pedido pelos escritórios regionais da Riot ainda este mês. Patrocinadores: feche acordos com equipes japonesas antes que as classificatórias de novembro coroem novos heróis locais.
previsão própria: O anúncio oficial da Riot sobre as equipes parceiras do VCT Pacific de 2027 inclui a ZETA DIVISION entre os times parceiros (no valorantesports.com ou nos canais oficiais de VALORANT Esports da Riot; se a lista não for publicada até a data, a previsão falha) — 70% de chance até 31 de dezembro de 2026
Os fãs japoneses terão um torneio de VALORANT de primeiro nível em casa no próximo agosto, em Tóquio, e os bons times locais não precisarão mais morar no exterior por meses só para continuar no grande circuito.
Eventos abertos a partir de novembro de 2026 permitem que qualquer equipe dispute vagas, com US$ 100.000 pagos só por chegar a um Kickoff ou a uma Copa, US$ 200.000 por Masters e US$ 400.000 pela final mundial, além do prêmio em dinheiro. Isso torna assistir e jogar mais acessível para torcedores comuns e jovens profissionais que, até agora, batiam numa parede depois de uma única chance anual de subir de divisão.
Donos de times e patrocinadores agora enfrentam concorrência de verdade, porque a antiga lista fixa de times parceiros não garante mais todos os eventos seguintes; o desempenho decide a maioria das vagas depois do Kickoff inicial.
Cidades e operadores de arenas ganham mais chances de sediar eventos em 15 lugares e em mais de 50 torneios, mas precisam disputar com mais força as mesmas janelas limitadas do calendário. A cena da Ásia, sobretudo do Japão, pode crescer mais depressa, já que os talentos ficam em casa e novos grupos ganham dinheiro sem antes se tornarem parceiros oficiais.
Fãs, confiram nesta semana as datas das classificatórias abertas e marquem 5 a 29 de agosto de 2027 para a Copa de Tóquio, se quiserem ir; se preferirem só os nomes mais famosos, esperem a lista de parceiros que os times estão confirmando agora.
Jovens jogadores e pequenos donos de time: se você já tem um grupo sólido, inscreva-se nas vagas de novembro; se não tem, monte um até lá para disputar as vagas pagas em vez de torcer por uma rara chance de acesso.

previsão própria: Pelo menos três organizações japonesas vão confirmar publicamente a inscrição nas classificatórias abertas para o Kickoff do Pacífico de 2027 até o início de novembro — 65% de chance até 10 de novembro de 2026
Para os fãs, é o fim de um clube fechado. Depois de quatro anos em que só os times parceiros ocupavam as vagas de cima, a partir de 2027 qualquer grupo de cinco amigos que chegar ao Ascendant poderá entrar nas classificatórias abertas, enfrentar ZETA DIVISION e DetonatioN FocusMe em casa e chegar ao palco mundial. Se você montar uma Copa, a Riot paga US$ 100.000 antes do prêmio em dinheiro, US$ 200.000 por Masters e US$ 400.000 por Champions.
Para donos de times e patrocinadores, o risco muda de lado. As grandes organizações perdem a vaga fixa do Pacífico e precisam reconquistá-la em duas Copas, inclusive a de Tóquio, de 5 a 29 de agosto, parte de uma turnê por 15 cidades e mais de 50 torneios.
Organizações pequenas e equipes universitárias agora podem transformar uma sequência de classificatórias de novembro em dinheiro de verdade e numa final ao vivo, o que faz de Tóquio, Manila e Seul uma história de negócios local, e não apenas uma transmissão.
Anote hoje, 19 de outubro, fãs: se você joga ranqueada, reúna quatro amigos e inscreva-se nas classificatórias do Kickoff de novembro; se não joga, ative alertas para os ingressos da Copa de Tóquio em agosto e escolha um time aberto para acompanhar. Suba até o Ascendant agora e treine com as lendas que estão voltando para casa, enquanto os patrocinadores devem procurar esses times nesta semana, antes que os preços subam.

previsão própria: Pelo menos um time japonês que tenha entrado pelas classificatórias abertas chega à VCT Pacific Cup 2, em Tóquio — 68% de chance até 29 de agosto de 2027
Para o fã comum e os jovens jogadores, o clube fechado das vagas profissionais garantidas acabou: quem tiver um bom time poderá se inscrever em testes públicos a partir do mês que vem e ter a chance de chegar ao palco mundial. Isso traz as maiores estrelas de volta às arenas locais, como em Tóquio, em agosto de 2027, transformando os fins de semana comuns da cidade em grandes festivais, em vez de apenas assistir pela internet.
Para hotéis e agências de viagem locais, o novo modelo de torneios traz mais de cinquenta picos de visitantes de curta duração para quinze cidades-sede no próximo ano, substituindo as longas temporadas de liga por multidões intensas de fins de semana com muito gasto.
Patrocinadores e investidores de times precisam agora financiar vários testes públicos, em vez de pagar salários anuais garantidos, e deslocar seu dinheiro para a busca de talentos escondidos, em vez de apostar em marcas grandes e consolidadas.
Confira o calendário de torneios hoje, 19 de outubro de 2026. Se você é jovem jogador, inscreva-se nos testes públicos de novembro; se é apenas um fã comum, reserve sua viagem a Tóquio antes que os ingressos das partidas de agosto de 2027 se esgotem. Os grandes times não terão mais vagas garantidas, então cada partida será uma luta de morte súbita pela sobrevivência a partir do ano que vem.
previsão própria: Pelo menos dois ex-times parceiros da VCT Pacific anunciam que vão pular as classificatórias abertas de 2027. — 35% de chance até 15 de novembro de 2026
Para os fãs, isso significa que não há mais ligas de elite fechadas: os times amadores locais que você assiste em arenas pequenas agora podem chegar até o palco mundial, e os melhores times nacionais do Japão vão jogar muito mais partidas em casa, em vez de viajar o tempo todo para o exterior. Jovens que sonham em ser profissionais não precisam mais esperar por uma rara vaga de time parceiro para competir no mais alto nível internacional.
Patrocinadores e cidades-sede agora têm muito mais vagas abertas para apoiar classificatórias locais ou disputar etapas regionais de torneios, em vez de negociar apenas com um pequeno grupo fixo de times parceiros. Cidades menores do Japão e do Sudeste Asiático, que nunca sediaram grandes eventos da VCT, agora têm uma chance real de organizar rodadas oficiais de Copa.
Fãs, aja hoje: se você acompanha algum time amador da sua região, pegue agora o calendário das classificatórias dele; se você é jovem jogador e quer se profissionalizar, inscreva-se na primeira classificatória local aberta antes do fim das inscrições desta semana.

previsão própria: Pelo menos 12 novos times amadores do Japão vão se inscrever na primeira classificatória aberta da VCT Japão de 2027 — 75% de chance até 10 de novembro de 2026
Dois Top 10 sobre esta notícia: as respostas das IAs reunidas numa lista, com um motivo e um link para cada posição.
Primeiro sua previsão; depois mostramos as de 10 IAs.
A Riot vai divulgar os detalhes oficiais dos Cups de 2027 até a próxima segunda-feira?
Saberemos a resposta
Detalhes divulgados — 5 IAsVocê está aqui
🇺🇸ChatGPT🇨🇳Qwen🇺🇸Gemini🇨🇳Z.ai🇨🇳Wenxin
ChatGPT: A Riot já divulgou o plano do circuito e deve anunciar as equipes parceiras em breve.
Sem detalhes — 5 IAsVocê está aqui
🇨🇳DeepSeek🇺🇸Grok🇺🇸Meta🇺🇸Claude🇨🇳Kimi
DeepSeek: A Riot já publicou antes o calendário e o formato; um novo post com detalhes nesta semana é improvável.
Verificamos em: valorantesports.com
Saberemos a resposta
Baixe grátis o Poly A1 — veja todo dia a sua habilidade de prever
Com que frequência suas previsões se confirmam, se você vence as IAs e como melhora por mês, trimestre e ano.
Na quarta-feira, as ações da Netflix vão valer mais do que na terça?
Resultado: «Sim»
A previsão se confirmou em 6 de 10 IAs:
🇺🇸Meta AI🇨🇳Kimi🇨🇳DeepSeek🇺🇸Gemini🇨🇳Qwen🇨🇳Z.ai
Verificado em: finance.yahoo.com




A Riot Games anunciou a VCT 2027, uma grande reformulação do VALORANT Champions Tour. O modelo atual, centrado em ligas, será substituído por um formato em que o principal são os torneios. Ele usa classificatórias abertas, eventos presenciais regionais e caminhos mais diretos até os Masters e os Champions. A partir de 2027, qualquer time pode começar a subir até os maiores eventos pelas classificatórias abertas. O chefe global de esports do VALORANT, Leo Faria, resume no vídeo de anúncio: "Tudo é um torneio."
Para entender por que isso importa, o texto relembra o antigo sonho dos times fora das ligas principais: a Ascension. Em 2023, 2024 e 2025, times de fora das principais ligas tinham um objetivo: chegar à VCT Americas, VCT CN, VCT EMEA ou VCT Pacific. Para isso, precisavam passar pelo circuito regional, se classificar pelos Challengers e depois vencer a Ascension. Esse era o principal caminho anual para o nível mais alto, e só a partir daí um time podia buscar os Masters e os Champions.
A Ascension era dramática, mas cruel. Ou você passava ou não passava, e havia só uma janela de acesso por ano. Um time podia ser forte durante quase todo o ano, tropeçar uma vez perto do fim e perder a recompensa do ano inteiro. O texto diz que isso gera ótimas histórias, mas desperdiça bons times demais. Ele cita a Rare Atom, que ficou em segundo lugar na Ascension CN três vezes e mesmo assim continuou fora do nível mais alto.
O texto chama 2026 de ano de transição. A temporada ainda segue com Kickoff, Stage 1, Stage 2 e os eventos globais. Mas a Riot criou um Path to Champions para os times Challengers, que deixa quatro times Challengers de cada região entrar na chave de playoffs do Stage 2 e tentar chegar ao Champions. O autor vê isso como um afastamento da ideia de subir para o Tier 1 e uma aproximação de times que disputam repetidamente os maiores torneios.
O plano de 2027 se apoia em três princípios, e o primeiro é que o caminho até os eventos globais deve ser aberto. A estrada até cada Masters e Champions começará com classificatórias abertas para times do mundo todo. A Riot diz que elas podem incluir torneios comunitários, eventos parceiros, eventos universitários, Premier e outros. Elas levarão aos VCT Cups, eventos presenciais que substituem a liga regular. Cada Cup termina com um fim de semana de finais para os fãs e leva os times direto aos maiores eventos do ano. Serão dois Cups por território por ano, oito no total.
A região ainda conta. As classificatórias abertas ampliam o acesso, mas levam a caminhos por território, então os times provavelmente terão de escolher uma região de origem e se comprometer com ela. O Kickoff continua, e também ficará aberto a qualquer time, com as classificatórias no quarto trimestre do ano anterior, depois do Champions. A temporada fica assim: classificatórias abertas do Kickoff, Kickoff, Masters 1, classificatórias abertas, Cup 1, Masters 2, classificatórias abertas, Cup 2, Champions.
O autor diz que a Riot mistura duas eras. Uma é o espírito aberto do início do VALORANT, em 2021 e 2022, quando os times subiam por meio de torneios. A outra é a era das parcerias, de 2023 a 2026, que deu dinheiro, estrutura e apoio de longo prazo a organizações escolhidas. A Riot até diz que, em casos extraordinários, times de topo que não são parceiros podem ganhar mais do que times parceiros mais fracos. O segundo nível foi muito criticado pela falta de apoio, e a resposta da Riot parece ser unir tudo em um único nível, para que a diferença entre os times venha da habilidade e não do número limitado de vagas de parceiro.
Pujan "FNS" Mehta, campeão do Masters Reiquiavique 2022, reagiu no Twitter: "As Open Qualifiers são o único motivo pelo qual consegui montar um time e subir até o que vocês conhecem como Envy/Optic."
A parceria não vai embora. Um novo ciclo de parcerias de dois anos começa em 2027. Os times serão avaliados por crescimento da comunidade, engajamento dos fãs e repercussão do conteúdo, sustentabilidade do negócio, excelência operacional e evolução do desempenho competitivo. Os times parceiros manterão benefícios reais, e algumas pessoas não vão gostar disso. O autor argumenta que um circuito totalmente aberto soa romântico, mas um esports global precisa de organizações estáveis e confiáveis que consigam cuidar do lado comercial. O problema do primeiro ciclo de parcerias foi que esses times ficaram permanentemente no centro demais, e a VCT 2027 parece afrouxar essa porta.
A Riot também promete mais dinheiro e apoio mais fundo no sistema. Os torneios de 2027 terão premiações anuais somadas de mais de US$ 6 milhões. Os times de Cup terão acesso mais rápido aos recursos para cuidar de vistos e viagens. Uma parte do dinheiro será reservada para os Game Changers. Haverá mais de 20 torneios por ano em mais de 16 cidades. Os Cups usarão uma mistura de estúdios da Riot e locais personalizados.
O texto observa que as temporadas recentes já avançaram rumo a eventos presenciais fora dos torneios internacionais. A China fez turnê por sete cidades neste ano, e outras ligas realizaram suas finais de temporada em cidades e países diferentes. A VCT 2027 torna esse estilo de turnê parte central do calendário. O autor pergunta se isso pode trazer mais problemas de visto e logística, sobretudo para jogadores e times de países com passaportes mais fracos. Até grandes organizações como a Sentinels ainda enfrentam esses problemas.
No fim, o autor chama a VCT 2027 da Riot de sua resposta mais ambiciosa até agora ao antigo problema de acesso. Ela não derruba a hierarquia, mas faz o sonho voltar a parecer possível. O autor acrescenta que a abertura de verdade depende de números que ainda não temos: quantos times parceiros permanecem e quantas vagas de Cup estão abertas a todos.

A Riot Games anunciou a VCT 2027, uma grande reformulação do VALORANT Champions Tour. A notícia saiu de Los Angeles. O modelo atual depende muito de ligas. O novo é construído em torno de torneios, classificatórias abertas, eventos regionais presenciais e caminhos mais diretos até os Masters e os Champions. Leo Faria, chefe global de esports do VALORANT, disse no vídeo de anúncio: "Tudo é um torneio."
A página começa relembrando o antigo sonho dos times fora das principais ligas em 2023, 2024 e 2025. Eles queriam chegar à VCT Americas, VCT CN, VCT EMEA ou VCT Pacific. Para isso, um time precisava passar pelo circuito regional, se classificar pelos Challengers e depois vencer a Ascension. A Ascension era o único caminho anual de acesso. Ou você passava, ou não passava, e uma derrota significava recomeçar a subida. Um time podia ser forte durante quase todo o ano, tropeçar uma vez perto do fim e perder a recompensa do ano inteiro. A página diz que isso gerava boas histórias, mas desperdiçava bons times demais. Como exemplo, a Rare Atom ficou em segundo lugar na Ascension CN três vezes e ainda assim continuou fora do nível mais alto.
A página chama 2026 de ano de transição. A temporada ainda tem Kickoff, Stage 1, Stage 2 e os eventos globais. Mas a Riot criou um Path to Champions para os times Challengers. Quatro times Challengers de cada região podem entrar na chave de playoffs do Stage 2 e tentar chegar ao Champions. O texto vê isso como um afastamento da subida para o Tier 1 e uma aproximação de corridas diretas repetidas nos maiores eventos.
Em 2027, todo caminho até os Masters e os Champions começa com classificatórias abertas. Elas estarão abertas a times do mundo todo. Os caminhos podem incluir torneios comunitários, eventos parceiros, eventos universitários, Premier e outros. Essas classificatórias levarão aos novos eventos chamados VCT Cups. A Riot diz que os Cups são disputados presencialmente, substituem a liga regular, terminam com um fim de semana de finais para os fãs e levam os times direto aos maiores eventos. Serão dois Cups por território por ano, oito no total.
A região ainda importa. Os times provavelmente terão de escolher uma região de origem e se manter nela. O Kickoff continua, e também ficará aberto a qualquer time, com classificatórias no quarto trimestre do ano anterior, depois do Champions. A temporada funciona assim: classificatórias abertas do Kickoff, Kickoff, Masters 1, classificatórias abertas, Cup 1, Masters 2, classificatórias abertas, Cup 2 e Champions.
O texto diz que isso mistura duas eras. Uma é o espírito aberto do início do VALORANT, em 2021 e 2022. A outra é a era das parcerias, de 2023 a 2026, que trouxe dinheiro, estrutura e apoio de longo prazo para organizações escolhidas. A Riot até diz que, em casos raros, times de topo que não são parceiros podem ganhar mais do que times parceiros mais fracos. O autor lê isso como a Riot acabando com a divisão entre níveis e unindo tudo em um só, para que a diferença entre os times venha de quão bem jogam, e não de um número limitado de vagas de parceiro. Pujan "FNS" Mehta, campeão do Masters Reiquiavique 2022, escreveu no Twitter: "As Open Qualifiers são o único motivo pelo qual consegui montar um time e subir até o que vocês conhecem como Envy/Optic."
A parceria não vai embora. Um novo ciclo de parcerias de dois anos começa em 2027. Os times serão avaliados por crescimento da comunidade, engajamento dos fãs e apelo do conteúdo, saúde financeira, qualidade de gestão e evolução dos resultados competitivos. Os times parceiros ainda terão benefícios reais. A página admite que algumas pessoas não vão gostar disso. Ela considera que um circuito totalmente aberto soa romântico, mas um esports global precisa de estabilidade, organizações confiáveis, confiança no modo de operar e times que consigam sustentar o lado comercial. O problema do primeiro ciclo de parcerias era que os parceiros ficavam firmes demais no centro, e a página diz que 2027 afrouxa esse controle.
Mais dinheiro é prometido nas camadas mais baixas do sistema. As premiações anuais somarão mais de US$ 6 milhões. Os times de Cup terão acesso mais rápido aos recursos para pagar vistos e viagens. Parte do dinheiro é reservada para os Game Changers. A Riot diz que haverá mais de 20 torneios por ano em mais de 16 cidades do mundo. Os Cups usarão uma mistura de estúdios da Riot e locais personalizados. A China já fez turnê por sete cidades neste ano, e outras ligas realizaram finais em lugares diferentes, mas 2027 torna as turnês parte central do calendário.
A página levanta uma preocupação: mais cidades e países podem significar mais problemas com vistos e viagens. Esses problemas há muito atingem jogadores e times de países com passaportes mais fracos, e ainda aparecem hoje, até em grandes organizações como a Sentinels.
No fim, a página chama a VCT 2027 da Riot de sua resposta mais ambiciosa até agora para o problema de acesso. Ela não achata a hierarquia, mas faz o sonho voltar a parecer possível. Quão aberta ela realmente é depende de números ainda desconhecidos: quantos times parceiros permanecem e quantas vagas de Cup podem ser conquistadas.

A Riot Games anunciou a VCT 2027, uma grande reformulação do VALORANT Champions Tour. O modelo antigo, que dependia muito de ligas, dará lugar a um sistema construído em torno de torneios. Terá classificatórias abertas, eventos regionais presenciais e caminhos mais diretos até os Masters e os Champions. O chefe global de esports do VALORANT, Leo Faria, resume no vídeo de anúncio: "Tudo é um torneio."
Para entender por que isso importa, o texto volta à Ascension. Em 2023, 2024 e 2025, times de fora das principais ligas tinham um objetivo principal: chegar à VCT Americas, VCT CN, VCT EMEA ou VCT Pacific. Precisavam passar pelo circuito regional, vencer nos Challengers e depois vencer a Ascension. Só então podiam almejar os Masters e os Champions.
A Ascension deu esperança aos times menores, mas era cruel. Havia uma única chance por ano. Um time podia ser forte durante quase toda a temporada, tropeçar uma vez perto do fim e perder a recompensa do ano inteiro. O texto cita a Rare Atom, que ficou em segundo lugar na Ascension CN três vezes e ainda assim continuou fora do nível mais alto.
2026 foi um ano de transição. A temporada ainda teve Kickoff, Stage 1, Stage 2 e os eventos globais. Mas a Riot criou um Path to Champions, que deixa quatro times Challengers por região entrar na chave de playoffs do Stage 2 e tentar chegar ao Champions. O texto vê isso como um afastamento da subida para o Tier 1 e uma aproximação de corridas diretas repetidas nos maiores eventos.
Em 2027, o caminho até cada Masters e Champions começa com classificatórias abertas. Times de qualquer lugar podem entrar. Os caminhos podem incluir torneios comunitários, eventos parceiros, eventos universitários, Premier e outros. Essas classificatórias levarão a novos eventos chamados Cups. A Riot diz que os Cups são disputados presencialmente, substituem a liga regular, terminam com um fim de semana de finais para os fãs e levam os times direto aos maiores eventos. Serão dois Cups por território por ano, oito no total.
A região ainda conta. As classificatórias são abertas, mas levam a caminhos por território, então os times provavelmente terão de escolher uma região de origem e se manter nela. O Kickoff continua, e também ficará aberto a qualquer time. Suas classificatórias acontecerão no quarto trimestre do ano anterior, depois do Champions.
A ordem da temporada é: classificatórias abertas do Kickoff, Kickoff, Masters 1, classificatórias abertas, Cup 1, Masters 2, classificatórias abertas, Cup 2 e Champions.
O texto diz que isso mistura duas eras. Uma é o espírito aberto do início do VALORANT, em 2021 e 2022, quando os times subiam por meio de torneios. A outra é a era das parcerias, de 2023 a 2026, que trouxe dinheiro, estrutura e apoio de longo prazo para organizações escolhidas. A Riot até diz que, em casos raros, times de topo que não são parceiros podem ganhar mais do que times parceiros mais fracos. O segundo nível foi muito criticado pela falta de apoio, e a resposta da Riot parece ser unir tudo em um único nível. O campeão do Masters Reiquiavique 2022, Pujan "FNS" Mehta, escreveu no Twitter: "As Open Qualifiers são o único motivo pelo qual consegui montar um time e subir até o que vocês conhecem como Envy/Optic." (As classificatórias abertas são o único motivo pelo qual ele conseguiu montar um time e chegar ao que as pessoas conhecem como Envy e Optic.)
A parceria não vai embora. Um novo ciclo de parcerias de dois anos começa em 2027. Os times serão avaliados por crescimento da comunidade, engajamento dos fãs e apelo do conteúdo, sustentabilidade do negócio, excelência operacional e crescimento do desempenho competitivo. Os times parceiros manterão benefícios reais. Algumas pessoas não vão gostar disso, mas o texto diz que estabilidade e organizações confiáveis importam para um esports global. O problema do primeiro ciclo era que os parceiros ficavam permanentemente no centro demais, e o novo modelo afrouxa isso.
A Riot também promete mais dinheiro e apoio mais abaixo no sistema. As premiações anuais serão de mais de US$ 6 milhões. Os times de Cup terão acesso mais rápido aos recursos para cuidar de vistos e viagens. Parte do dinheiro irá para os Game Changers.
Haverá mais de 20 torneios por ano em mais de 16 cidades do mundo. Os Cups usarão uma mistura de estúdios da Riot e locais personalizados. Isso se apoia nas temporadas recentes, quando a China fez turnê por sete cidades neste ano e outras ligas realizaram suas finais em cidades e países diferentes. O texto alerta que mais viagens podem significar mais problemas de visto e logística, sobretudo para jogadores e times de países com passaportes mais fracos. Até grandes organizações como a Sentinels ainda enfrentam isso.
O autor chama a VCT 2027 da Riot de sua resposta mais ousada até agora para o problema de acesso. Ela não achata a hierarquia, mas faz o sonho voltar a parecer possível. Ainda assim, quão aberta ela realmente é depende de números que ninguém tem ainda: quantos times parceiros permanecem, quantas vagas de Cup estão abertas e outros detalhes.

A Riot Games anunciou a VCT 2027, uma grande reformulação do VALORANT Champions Tour. O modelo atual depende muito de ligas. O novo coloca os torneios em primeiro lugar, com classificatórias abertas, eventos presenciais regionais e rotas mais curtas até os Masters e os Champions. O chefe global de esports do VALORANT, Leo Faria, resume no vídeo de anúncio: "Tudo é um torneio."
Para entender por que isso importa, a página volta à Ascension. Em 2023, 2024 e 2025, times fora das principais ligas tinham um objetivo: chegar à VCT Americas, VCT CN, VCT EMEA ou VCT Pacific. Precisavam passar pelo circuito regional, vencer os Challengers e depois vencer a Ascension. Só então podiam buscar uma vaga nos Masters e nos Champions.
A Ascension era dramática, mas cruel. Havia uma chance por ano. Um time podia jogar bem por meses, tropeçar uma vez perto do fim e perder o ano inteiro. A página cita a Rare Atom, que ficou em segundo lugar na Ascension CN três vezes e ainda assim continuou fora do nível mais alto.
A página chama 2026 de ano de transição. A temporada ainda tem Kickoff, Stage 1, Stage 2 e os eventos globais. Mas a Riot criou um Path to Champions, que deixa quatro times Challengers de cada região entrar na chave de playoffs do Stage 2 em direção ao Champions. A ideia é se afastar da subida para o Tier 1 e se aproximar de corridas diretas repetidas nos maiores eventos.
Em 2027, o caminho até cada evento de Masters e Champions começa com classificatórias abertas para times do mundo todo. Elas podem incluir torneios comunitários, eventos parceiros, eventos universitários, Premier e outros. As classificatórias levam aos VCT Cups. Os Cups são eventos presenciais que substituem a liga regular. Cada um termina com um fim de semana de finais para os fãs e leva os times direto aos maiores eventos. Serão dois Cups por território por ano, oito no total.
A região ainda conta. Os times provavelmente terão de escolher uma região de origem e se manter nela. O Kickoff continua, mas também ficará aberto a qualquer time. Suas classificatórias acontecerão no último trimestre do ano anterior, depois do Champions. A temporada segue esta ordem: classificatórias abertas do Kickoff, Kickoff, Masters 1, classificatórias abertas, Cup 1, Masters 2, classificatórias abertas, Cup 2, Champions.
A página vê isso como uma mistura de duas eras: o circuito aberto do início do VALORANT, em 2021 e 2022, e a era das parcerias, de 2023 a 2026, que deu dinheiro e estabilidade a organizações escolhidas. A Riot até diz que, em casos extraordinários, times de topo que não são parceiros podem ganhar mais do que times parceiros mais fracos. O segundo nível há muito é criticado pela falta de apoio, e a Riot parece responder unindo tudo em um só nível. O campeão do Masters Reiquiavique 2022, Pujan "FNS" Mehta, escreveu no Twitter: "As Open Qualifiers são o único motivo pelo qual consegui montar um time e subir até o que vocês conhecem como Envy/Optic."
A parceria continua. Um novo ciclo de parcerias de dois anos começa em 2027. Os times serão avaliados por crescimento da comunidade, engajamento dos fãs e repercussão do conteúdo, sustentabilidade do negócio, excelência operacional e evolução do desempenho competitivo. Os times parceiros mantêm benefícios reais. Algumas pessoas não vão gostar disso. A página argumenta que um circuito totalmente aberto soa romântico, mas um esports global precisa de organizações confiáveis que consigam cuidar do lado comercial. O velho problema era que os parceiros ficavam permanentemente no centro, e a página acha que afrouxar esse portão resolve isso.
Há mais dinheiro também. O total das premiações anuais será de mais de US$ 6 milhões. Os times de Cup terão acesso mais rápido aos recursos para cobrir vistos e logística. Parte do dinheiro irá para os Game Changers.
Haverá mais de 20 torneios por ano em mais de 16 cidades do mundo. Os Cups usarão uma mistura de estúdios da Riot e locais personalizados. Isso se apoia nas temporadas recentes, quando a China fez turnê por sete cidades neste ano e outras ligas realizaram finais de temporada em cidades e países diferentes. Em 2027, o estilo de turnê se torna parte central do calendário.
A página levanta uma preocupação. Visitar mais cidades e países pode significar mais problemas de visto e logística. Esses problemas há muito atingem os esports internacionais, sobretudo jogadores e times de países com passaportes mais fracos. Eles continuam aparecendo hoje, inclusive em grandes organizações como a Sentinels.
A página termina chamando a VCT 2027 da Riot de sua resposta mais ambiciosa até agora para o problema de acesso. Ela não apaga a hierarquia, mas faz o sonho voltar a parecer possível. Quão aberta ela realmente é depende de números ainda desconhecidos, como quantos times parceiros permanecem e quantas vagas de Cup estão abertas.
| o quê | valor | em |
|---|---|---|
| Cidades-sede da temporada 2027 | 15 | Anunciado em 2026-10-15 |
| Cup 2 em Tóquio (Pacífico) | 5 a 29 de agosto de 2027 | Anunciado em 2026-10-15 |
| Cup 1 em Manila (Pacífico) | 29 de abril a 23 de maio de 2027 (um veículo cita 21 de maio) | Anunciado em 2026-10-15 |




A Riot Games anunciou um novo formato para os esports do VALORANT em 2027. A liga do Pacífico funcionou por quatro anos, a partir de 2023, ao lado do campeonato japonês VALORANT Challengers Japan. A partir da próxima temporada, a liga acaba e os torneios abertos assumem o lugar. Ken Fujita, gerente de esports da Riot para o Japão, relembrou esses anos.
Fujita destacou alguns momentos altos: o Masters Tóquio, em 2023, e as Finais do Stage 2 do Pacífico, realizadas no Japão em 2025. Também houve problemas. Os times japoneses tinham apenas um caminho para o nível mais alto, o evento Ascension, e era muito difícil vencê-lo. Os fãs japoneses também se dividiram. Muitos seguiram os times Challengers, mais próximos e de origem local, porque os times japoneses da liga do Pacífico não estavam vencendo. Os Challengers também tinham de caber entre os eventos internacionais, o que pesava para jogadores e fãs. Fujita disse que os fãs japoneses torcem pelos jogadores, ganhando ou perdendo, e que a cultura de transmissão do Japão mostra a personalidade dos jogadores.
A última final do Pacífico, em Busan, teve três times coreanos entre quatro. Fujita disse que jogar na Coreia era um peso para os outros, com idioma, comida e vistos diferentes. A Coreia também tem uma história de esports mais longa. Ele acha que a distância está diminuindo.
No ano que vem, a liga se transforma em Cups regionais, parecidos com os Masters e os Champions. Cada partida vai valer mais, e um time que perder pode tentar a próxima classificatória aberta logo depois. Os times abertos que chegarem ao Kickoff, aos Cups, aos Masters ou aos Champions receberão da Riot valores fixos de dinheiro e ajuda com viagens, além do prêmio em dinheiro. Os times parceiros continuam com benefícios, mas são reavaliados a cada dois anos e precisam seguir provando seu valor. Os times parceiros do próximo ano ainda estão sendo escolhidos.
A Riot ainda não pode dizer nada sobre eventos presenciais no Japão no ano que vem. Depois da entrevista, Tóquio foi anunciada como sede dos Cups de agosto.

A Riot Games anunciou o novo formato dos esports do VALORANT em 2027. Desde 2023, a liga internacional do Pacífico e o próprio Challengers Japan, do Japão, rodam lado a lado há quatro anos. A partir da próxima temporada, a liga acaba e os torneios abertos assumem. Ken Fujita, gerente de esports da Riot no Japão, relembrou esses anos.
Ele citou grandes momentos, como o Masters Tóquio em 2023, que durou 10 dias, e as Finais do Stage 2 do Pacífico no Japão em 2025. Mas o nível mais alto era difícil de alcançar, porque a Ascension era o único caminho para os times japoneses. Os fãs também se dividiram, e muitos seguiram os times Challengers locais enquanto os times japoneses do Pacífico tinham dificuldades. Os Challengers tinham de caber entre eventos internacionais, o que cansava jogadores e espectadores. Fujita disse que isso foi um dos motivos da mudança. Os jogos futuros serão concentrados em fins de semana fáceis de acompanhar.
As finais do Pacífico em Busan tiveram três times coreanos em quatro. Fujita disse que morar fora é difícil, e a Coreia tem apoio profundo aos esports há mais tempo. Ele acha que o Japão está alcançando.
Os novos Cups tornam cada partida mais importante. Qualquer time bom o bastante pode chegar aos eventos internacionais, e os melhores times japoneses voltarão para jogar em casa. Os times abertos que se classificarem receberão dinheiro e ajuda com viagens da Riot, além do prêmio. Os times parceiros continuam com benefícios, mas são reavaliados a cada dois anos.
Os times parceiros do próximo ano ainda estão sendo escolhidos. Os eventos presenciais no Japão estão indefinidos, embora uma etapa dos Cups em Tóquio, em agosto, já tenha sido anunciada.

A Riot Games anunciou um novo formato para a temporada de esports do VALORANT, chamado VALORANT Champions Tour 2027. A liga do Pacífico começou em 2023 e durou quatro anos, junto com o campeonato japonês VALORANT Challengers Japan. Agora o modelo de liga termina e os torneios abertos assumem. Ken Fujita, gerente de esports da Riot no Japão, relembrou esses anos.
Ele destacou alguns pontos altos. O Masters Tóquio foi realizado em 2023, e em 2025 o Japão sediou as Finais do Stage 2 do Pacífico. Mas o caminho para o topo era estreito. Os times japoneses tinham apenas uma forma de entrar no Tier 1, a Ascension, e era muito difícil vencer. Os fãs também se dividiram. Os times parceiros do Japão na liga do Pacífico tiveram dificuldades, então muitos fãs torciam pelos times Challengers, mais próximos. A agenda dos Challengers também precisava caber entre eventos internacionais, o que pesava para jogadores e espectadores.
Fujita disse que, dentro da Riot, os fãs japoneses são elogiados por permanecerem fiéis, ganhe ou perca o time. A cultura de transmissões do Japão, que começou anos atrás, mostra a personalidade dos jogadores.
A final em Busan teve quatro times, e três eram coreanos. Fujita disse que morar na Coreia era difícil para os outros times por causa do idioma, da comida, dos vistos e da distância da família. A Coreia também tem uma longa história nos esports e sistemas de apoio fortes. Ele acredita que a distância está diminuindo.
Em 2027, qualquer time com habilidade suficiente poderá chegar aos eventos internacionais. Os melhores times japoneses, como DetonatioN FocusMe e ZETA DIVISION, voltarão para jogar em casa. A liga do Pacífico se transforma em Cups, um torneio curto em que cada partida importa. Os times abertos que se classificarem receberão dinheiro da Riot, e o valor aumenta a cada evento maior. Os times parceiros ainda estão sendo escolhidos e são reavaliados a cada dois anos. Os eventos presenciais no Japão para o próximo ano não estão definidos, mas os Cups serão realizados em Tóquio em agosto.
Você escolhe o tema — várias IAs preparam soluções